Porque não cobramos percentagem do dízimo
- Preços
- Ofertas
Em resumo
- O Brado cobra um plano mensal por tamanho da igreja e 0 % sobre as doações.
- A taxa do processador de pagamentos é do processador; passa a custo, sem margem nossa.
- Pergunta a qualquer fornecedor: quanto fica com cada oferta, além da taxa do processador?
O Brado cobra um plano mensal fixo, escolhido pelo tamanho da igreja, e não fica com percentagem das doações: nem do dízimo, nem das ofertas, nem das campanhas. Não é um truque de marketing: é uma decisão sobre como queremos ganhar dinheiro, e vale a pena explicá-la.
O dinheiro é da igreja
Um dízimo é dado a Deus, através de uma comunidade, para um fim. Quando uma plataforma fica com uma fatia de cada oferta, passa a ganhar mais quanto mais as pessoas derem, mesmo que o produto não melhore. Preferimos que o nosso rendimento dependa de a igreja achar o Brado útil o suficiente para o pagar todos os meses.
Incentivos que não queremos
Se ganhássemos uma percentagem, teríamos um motivo para empurrar a igreja para pedir mais, para criar campanhas de doação ou para tornar a oferta online o centro de tudo. Não queremos essa tentação. Com um preço fixo, o nosso interesse é outro: que a secretaria poupe tempo, que a tesouraria feche as contas sem sofrimento e que a Palavra esteja ao centro.
O que cobramos
Os planos estão na página de Preços, em euros, com IVA incluído e sem fidelização nos planos mensais: o Crescer custa 29 € por mês até 250 membros e o Edificar (Recomendado) 69 € por mês até 1 000 membros e 3 polos. O plano Rede, para várias igrejas, é sob consulta. Há ainda o Plano Fundador, a 24 € por mês. Em todos os planos, a comissão do Brado sobre as doações é 0 %. Para ver como fica na tua igreja, agenda uma demonstração.
Um exemplo para perceber a diferença
Imagina, de forma hipotética, uma plataforma que fica com 5 % de cada doação. Uma igreja que receba 3 000 € por mês em doações online pagaria 150 € por mês só a essa percentagem, sem contar a taxa do processador. No plano Edificar do Brado, o preço é 69 € por mês, e a igreja pode crescer em doações sem pagar mais por isso. Os números são um exemplo, não a descrição de nenhum concorrente: serve para mostrares à tua igreja como fazer a conta com os valores reais.
E a taxa do processador de pagamentos?
Quem processa o pagamento, o processador de pagamentos cobra a sua própria taxa. Essa taxa não é nossa, e o Brado passa-a a custo, sem margem. O valor exato depende do método (cartão, MB WAY, débito direto SEPA) e deve ser confirmado nas condições do processador. O nosso princípio é mostrar a taxa de forma visível, para que a igreja não tenha de a descobrir no extrato.
O que isto custa a quem cobra assim
Seremos honestos: um preço fixo também tem desvantagens. Para a igreja grande com muitas doações, o plano fixo costuma ser mais barato do que uma percentagem. Para a igreja muito pequena, o custo mensal fixo pode pesar mais do que uma percentagem sobre poucas doações. A parte que nos obriga a trabalhar é a do meio: convencer igrejas médias de que o plano compensa pelo que o Brado faz além das doações. É o desafio certo.
Perguntas para fazer a qualquer fornecedor
- Quanto fica com cada oferta, além da taxa do processador?
- Esse valor está escrito no contrato e na página de preços?
- O que acontece quando a igreja cresce: o preço sobe com os membros ou com as doações?
- Posso exportar os dados dos doadores e das doações se sair?
- Quem fica com os dados dos meus doadores?
A checklist para escolher software tem estas perguntas e mais algumas. E se tens dúvidas sobre recibos e regras de numerário, lê o guia sobre limite de numerário e recibos de donativos.
Em resumo
O dízimo chega à igreja. O Brado vive de planos mensais, públicos e previsíveis.